"Ser jovem enquanto velha, ser velha enquanto jovem"
segunda-feira, 17 de março de 2014
Pintando de branco, preto, vermelho, e mais outras mil cores.
O verdadeiro palhaço de circo.
Que por traz dos sorrisos e brincadeiras, esconde a chaga aberta, e a dor que deveras sente.
Pinta a face toda noite, reinventa uma pessoa á cada camada de pó, faz o esboço de um sorriso. Falso.
Seguindo em frente.
Deveria saber que não existe o "para sempre", que as pessoas mentem, e que por muitas vezes não são verdadeiras quanto aos seus desejos e sentimentos sobre a vida. Porém, sempre fui do tipo que acredita em promessas, e nas palavras de outras pessoas. Ando cada dia que passa me deparando com coisas que me fazem desacreditar na humanidade, sinceridade, e no amor ao próximo. Não acho justo alguém lhe jurar amor eterno, dizer que você é o amor da vida, querer constituir uma família e todas essas coisas, e depois de pouco menos de quinze dias inverter tudo.Lhe deixa, quebrando todas as promessas,e volta com um alguém do passado. Isso me faz pensar que o ser humano é um indivíduo confuso e egoísta por natureza. Confuso ao ponto de dizer em um dia coisas tão lindas e ilusórias, e no outro jogar tudo fora, por puro egoísmo de achar que não era aquilo, e pouco se importar como a outra pessoa a quem fez todas as promessas vai ficar depois de tudo. Sinto um sentimento de indignação, de lacunas e tristeza ao mesmo tempo. Meu chão que antes era firme e sólido, agora parece mais uma espécie de areia movediça; onde cada passo que dou, não sei se estarei pisando em terra mais segura ou me afundando. Não se deve falar ou prometer aquilo que não se tem certeza, e se o fizer, tenha respeito pela outra pessoa. Não somos feitos apenas de carne e ossos, temos alma e sentimentos que podem facilmente se magoar com tanta insensatez. Peço a você, que um dia ler isso, para não cair no erro de querer acelerar o processo das coisas. Se amar alguém e quiser casar e tudo mais, antes de tudo tenha muita certeza sobre isto! Porque a pior coisa que existe é magoar profundamente alguém que um dia você disse ter amado. Não deixe que nenhuma pessoa por culpa sua, saia de seu chão firme e caia numa areia movediça em segundos. Vamos aprender a ser mais humanos, nos importar mais com os outros! Assim como gostaríamos que eles se importassem conosco.
domingo, 17 de março de 2013
Meu ponto de vista sobre uma (breve) definição de Freud.

Concordo com Freud quando ele diz que um dos contatos humanos ou é por força de trabalho, ou por torna-lo objeto sexual. Citando uma ocasião onde pessoas com interesses mútuos se unem pela “força do trabalho”, seja ela qual for, e que disto pode evoluir para um bem querer ou um laço afetivo de amizade, respeito, ou por sentir-se seguro. Já sobre o outro como objeto sexual, concordo plenamente. Tendo a quase certeza que de início duas pessoas se atraem sexualmente falando por seu instinto animal primitivo, que pode ser; assegurar uma prole e com isso formar um legado de sua existência, ou pelo simples e puro prazer. Mas em minha concepção isso ocorre no início, onde os instintos falam mais alto. Escolhe-se o parceiro para copular primeiramente sobre algum tipo de desejo despertado, porém se mantido a diante esse suposto “objeto sexual”, passa-se a não ser apenas isso. E é ai que deixamos de ser apenas seres humanos seguindo nossos instintos primitivos, e evoluímos para algo que não passa a ser apenas troca de fluidos corporais e desejo. Cria-se um sentimento de bem querer, admiração, e porque não carinho ou deslumbre? Começam as trocas de confidências, que por vezes íntimas. É quando um ou ambos se dão conta que, a relação inicial com o fim sexual (e apenas esse) transforma-se em uma relação humana: demasiadamente humana. Onde não só os fluidos são trocados, mas também o sentimento de conexão, sintonia, e apreciação pelo corpo do outro e seus gestos. É nesse exato ponto onde o pensamento linear se choca com as emoções. Fazendo com que passem de objetos sexuais, para amantes que se conhecem e tem outro tipo de ligação. Onde instinto irracional e puramente animal de copular, torna-se, além disso, um elo de troca de emoções, desejos (reprimidos ou não), e conexão. Onde, por um momento sem que se perceba, dois corpos e almas fundem-se em uma só. Nesse momento palavras não são ditas, apenas falam os olhos, um fitando o outro. Enxergando o além corpo e matéria, o além ato, e sim verdadeiramente os olhos; chamados por muitos de “ a janela da alma”.
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